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Ao criar um novo empreendimento você tem 100% de certeza de ele será um sucesso? Qual é a pessoa que tem essa certeza? Um novo negócio pode ser um sucesso, mas também pode ser um fracasso. Nenhum empreendimento surge sem riscos. E também é verdade que muitas vezes os riscos são altos. Mas nem sempre. Na verdade quem define o grau de risco de um empreendimento é o próprio empreendedor. Por isso é importante calcular o risco.

Blog do Cadu Ideias Risco: Palavra que todo empreendedor precisa conviver

O empreendedor não pode contar com a sorte. Ele precisa aprender a calcular os riscos e acertar em seus investimentos.

Um empreendimento é o resultado entre o risco e a recompensa. Se não houvesse a possibilidade de perdas, todo mundo sairia dos seus empregos e viraria empreendedor. Você não terá retorno em vendas, se não investir em divulgação, em treinamento para os seus empregados, na qualidade das suas instalações, etc. O produto é apenas uma peça do quebra-cabeça. Em cada investimento, você precisa mensurar o retorno, que muitas vezes não vem imediatamente, mas com um certo tempo. Por exemplo, quando você investe em um treinamento para sua equipe, este treinamento precisa se refletir em um melhor tratamento para com os seus clientes. Isso vai levar a um aumento de vendas com o passar do tempo.

E ainda digo: não se trata de sorte. Se trata de gestão. Se trata de planejar, investir, conferir de perto a execução e ver o resultado. O empresário que confia na sorte, esse sim trabalha na corda bamba.

E no meio do caminho algo pode dar errado? Sim claro que pode. Afinal de contas os imprevistos acontecem, as falhas humanas também acontecem e precisamos aprender a gerir tudo isso. Porém o mais importante é aprender com os erros e tentar não repeti-los.

Como eu ajo diante de um risco?

Quando eu comecei a trabalhar sozinho em 2014, um grande cliente da empresa em que eu trabalhava veio me procurar e fechou uma série de trabalhos comigo. Em um deles, ele me pediu a criação e produção de 250 banners para distribuir para os seus clientes e divulgar um produto novo que ele estava lançando. Na época eu não tinha grana para atender aos meus fornecedores (era um valor alto para mim naquele momento). Eu parei, pensei, pedi uns dias para mandar o orçamento, levantei valores, cotei outros fornecedores, negociei, visitei esses novos fornecedores, fui lá conferir a qualidade de material, pechinchei aqui e ali, fiz um bom negócio, consegui a grana emprestada para montar os banners e fechei o contrato. Foi um risco? Sim foi. Por que o cliente poderia não gostar do produto final e eu teria que devolver tudo e refazer. E como estava começando, meu capital de giro era baixíssimo!

O trabalho foi muito elogiado e o retorno foi muito satisfatório. Paguei a pessoa que me emprestou o dinheiro, guardei um valor para capital de giro e ainda tive uma boa lucratividade. Lembro que aquele Natal foi um dos melhores que já passei.

De lá pra cá aprendi a calcular os riscos e a assumi-los quando forem necessários. Às vezes perco é verdade. Mas na maioria das vezes os riscos quando encarados de forma calculada trazem bons resultados.

Até a próxima!
Cadu


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